Chama atenção e cada um  tire sua própria conclusão, o que a imprensa hoje noticiou a cerca dos dois manifestos protocolados nesta data 02/04/18 no STF e, ambos versando sobre o cumprimento imediato de pena de prisão e ratificada em 2ª instancia e por colegiado, sendo que um assinado por membros do Ministério Público e da magistratura de todo o Brasil, cujo total de assinantes ultrapassa 5000, pede a manutenção do que já foi decidido.

Porem houve um outro grupo, composto por mais 3000 assinantes, cujo pleito solicita que a prisão só ocorra, após esgotadas todas as instancias e que o apenado aguarde em liberdade até o trânsito em julgado e, óbvio, entre os que chancelaram este segundo manifesto estão advogados, cujos nomes estão sempre relacionados a réus de grande poder ecônomico e que, se sabe o serem, de tanto pontuarem na imprensa nacional.

A sociedade brasileira sabe que as ações procrastinadoras, os recursos com o intuito de ganhar ou gastar tempo, anos, são os ventos que movem o moinho da impunidade neste País, pois como já foi mostrado e visto, os processos, as ações, são arquivadas por decurso de prazo e, como bem disse uma senhora da área juridica: a partir da 2ª instancia as provas não serão mexidas. E a presunção de inocencia está mantida, pois os recursos continuam sendo aceitos e protocolados.

E além do acima, quantos nomes de expressão na politica brasileira que enveredaram pelo caminho do crime de corrupção e outros e, pelo decurso de prazo tiveram seus processos arquivados e depois, ainda se arrogam com o direito de se declararem inocentes, quando foram condenados em 1ª e 2ª instancia e o decurso de prazo os livrou da cadeia e  assim, foi-se sendo alimentada a impunidade no Brasil.

Portanto, para que a impunidade saia do curriculum juridico deste País, vamos apoiar os mais de 5000 assinantes que solicitam a manutenção do cumprimento da pena a partir da ratificação da condenação por colegiado na 2ª instancia, pois bandido não tem direito a liberdade mas sim, a prisão e basta ver todo o salamaleque do condenado Paulo Maluf.

Lúcio Reis

Belém do Pará – Brasil em 02/04/2018.

 


 
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