Editt Schimanoski de Jesus

Mulheres  negras da senzala

Escravas  e  submissas.

 Descriminadas pela cor da pele.

E por serem mulheres!

Ela era livre da nova geração.

Mulher determinada...

Foi à luta evoluiu, estudou e se formou

Foi para a rua cuidar das mulheres e homens

Representava os direitos humanos.

E se elegeu com milhares  de votos...

Na câmara nos representou!

Mulher corajosa... Uma vereadora!

Botou a boca no trombone

E denunciou  abusos e mortes...

Dos cidadãos inocentes e de policiais.

Defendeu as mulheres...

Foi o grito de socorro!

Mas numa noite maldita...  A  Mataram!

Os bandidos a seguiram e a metralharam

Covardes não mostraram a cara.

Pensaram que iriam calar a nossa voz...

Hoje somos milhões em todo o mundo!

Agora o grito é em coro...

É de mulheres e homens.

Justiça! Justiça! Somos todos Mariele Franco!

 

 

 

 

 

 

 


 
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Código do texto: d86f8746217da9827fc138f489849246                  Enviado por: Editt S. de Jesus em 27/03/2018

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Sobre a autora
Editt S. de Jesus
Agudo, RS, Brasil


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