Ouviram do sudeste o Lula lá lá

Pelo País a ecoar

Outrora no geral cantar

Refrão de esperança

Na voz de muitos como criança

Parcela do povo que hoje “dança”

CTPS na mão como arco sem lança

Lula lá lá que tudo aprontou

De tanto armar muito deixou

Para Dilma que mais ainda bagunçou

Desempregados na desgraça lançou

Lula lá lá e seus codinomes a se disfarçar

Como Braham, Barba e o Amigo nas planilhas

Com os desmandos, foi o seu forte abraçar

Se decidisse, compraria muitas ilhas

Lula lá lá porem

Frustou a lição do bem

Como mestre do mal foi muito além

Dos limites estabelecidos por Alguem

Tornando-se enciclopédia da corrupção

Lula lá lá que de nada sabe e sem noção

De tudo de péssimo que destruía a Nação

Nem via, nem enxergava em cada companheiro

O disfarce do mal e na cueca o dinheiro

Lula lá lá da querida companheira

A Presidente que desceu a ladeira

Ante incompetente administração

E do mergulhar o Brasil na desconstrução

Lula lá lá o caro irmão

Do padre do bispo no convincente sermão

Te usou e fez de trampolim

Para alcançar o seu tramado fim

Sem escrúpulo mas com cinismo

Por aqui implantar o comunismo

Pelo Fórum de São Paulo com lirismo

Lula lá lá que decepção

Pulou do trem da história

Enveredou na condenável memória

Plantada pela politica do pária

Pela trilha da esbornia

Lula lá lá é mais um páreo

Da sem-vergonhice no trecho aéreo

Do motel e amante nas alturas

Do menos prezo as boas culturas

Respeito a vida conjugal e com firulas

Lula lá lá o arrogante

Do nada sabia é um gigante

Caracter presunçoso e intrigantre

Ao comparar-se a Suprema Divindade

Aqui na terra como na eternidade

Lula lá lá não será diferente

Como narra a história à toda gente

Das figuras patéticas do passado

Semi deuses encurralados

Por seus desatinos enforcados

Que tropeçaram em seus devaneios

Destruidos por seus desvairados anseios

Sepultados na vala comum dos fracassados

Lula lá lá ainda é flauta

A tocar som mágico da pauta

Puxando olhares e ouvidos atentos

Iludidos, doentes ou patéticos

Lula lá lá 2018 em 24 de janeiro

No calendário uma quarta feira

Quem sabe o fim do “justiceiro”

Das bolsas de dinheiro

Enganando de dezembro a fevereiro

Lula lá lá apenas mais um

Caçador de marajá como algum

Aliado a corruptos como nenhum

Palestrante de mentiras como anum

Lula lá lá fim de linha

Percorrida na mentira em cada trilha

Inicio de outra era azul anil

Para este País querido, nosso Brasil

Pois a história é cicla, portanto

Inciaremos nova etapa, outra aliança

Podemos promover esperada mudança

Quem sabe agora acertemos na confiança

Ungirmos mandatários que façam aliança

Com a seriedade, lisura e honestidade

Que não nos vejam como meros otários

Úteis apenas na hora da urna eletiva

Que já deveria ser facultativa

E por fim copiando e reproduzindo

A sentença que acertadamente diz:

Podemos construir um novo começo

Mudando nossa mentalidade

Termos por nós mesmos mais apreço

Desfrutando de uma Nação com honestidade.

Lúcio Reis

Belém-Pa. Brasil em 20/01/2018.


 
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Código do texto: da170c9cb1cd53ce18598b8f201ef648                  Enviado por: Lúcio Reis em 20/01/2018

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