Como vivemos num País de previsibilidades e, ressalve-se, as mais absurdas, incoerentes, estúpidas e até mesmo irracionais possíveis, o Rio de Janeiro já tem no rol de seus possíveis futuros diretores do DETRAN, para escolha do governador o nome do Sr Antonio de Almeida Anaquim (41), portanto credenciado com louvor, posto que em seu prontuário já consta o óbito de um bebê e 17 pessoas feridas e algumas gravemente.

Ainda, segundo a imprensa, esse motorista, a luz do que diz o site do DETRAN Fluminense – matéria no portal MSN – perdeu 62 pontos e foi multado 14 vezes nos últimos cinco (5) anos.

O leitor pode até imaginar ou deduzir que eu esteja fazendo pirélia com assunto grave, triste, tendo em vista que vidas foram eliminadas e outras estão muito machucadas.

Porém, antes fosse uma crônica boba ou jocosa de mau gosto e com objetivo de gozação. No entanto, abordo o assunto com toda seriedade e dentro da compatibilidade que o nosso dia a dia mostra ao vivo e as cores e, envolvendo, inclusive homens públicos e que deveriam ser os primeiro a mostrar o bom exemplo.

E qual é o termo comparativo ou a outra face da moeda que me conduzem ou deram-me o gancho para estas linhas? Fácil! É fato recente, amplamente divulgado, pois basta lembrarmos que o recém nomeado para ser o diretor do DETRAN de Minas Gerais, o delegado Cesar Augusto Monteiro Alves Jr, tem como credenciais em seu prontuário o acumulo de 120 pontos na CNH em virtude de infrações de trânsito e mesmo assim, até sua nomeação dirigia e portava a carteira de condutor sem problema nenhum. E o assumir o cargo é fato normal e que não merece nenhuma observação.

Fazendo a comparação ambos são aquilatados para dirigir órgão de trânsito, pois avançar semáforos são especialistas, sendo que, o carioca é mais competente, pois mata inocente.

Mas também, ante essa trágica realidade, é oportuno que não esqueçamos que a Presidencia da República, vem esgotando todos os recursos, frente os despachos judiciais negando, para ter como Ministra na Pasta do Trabalho, a deputada condenada por desrespeito e descumprimento da CLT. Ou seja, a moralidade pelo que se percebe é ítem desprezível e que pode ser amassada e jogado na lata do lixo sem a menor cerimonia.

Ora convenhamos que não é de hoje que brasileiros usam a direção conjugada com álcool, transformam-na como se portassem um 38 ou uma metralhadora, arrebentam com o etilometro e saem matando no trânsito urbano ou nas estradas, destruindo famílias e implantando a desgraça na sociedade em lares.

Dirão! A pena pecuniária foi aumentada! Pergunta-se: e o dinheiro arrecadado ressuscita os mortos? Tolhe preventivamente novos casos? Pois é só constatar nos dois casos aqui referidos e em tantos outros já noticiados que os condutores não portavam uma CNH mas uma tabuada ante tantos números em pontos acumulados. E  em função desse acumulo, invalidas.

Mude-se a tipificação do crime, considerem crime hediondo e inafiançável e, independente de quem seja o causador da tragédia, mesmo que apanhado fora do local do ocorrido, tire-lhes a liberdade de ir e vir e, que não se venha também com a desculpa dos bons antecedentes, domicilio certo e fixo, trabalhando, pois nenhum destes ou todos não aliviam a dor e o sofrimento das famílias enlutadas e que morrem juntas com as vitimas.

Ah! Mas isso é radicalismo puro! É! E existe retorno para a vida ceifada ante a irresponsabilidade radical de motorista dirigindo em alta velocidade e embriagado?

Por isso e pelas demais tragédias é que está também nas mãos do eleitor a oportunidade de promover radicais mudanças retirando dos poderes republicanos todos esses políticos acabados e com idéias que só promovem o sofrimento a sociedade e para eles o bem estar com mordomias a custa do erário.

Lúcio Reis

Belém-Pa. Brasil em 19/01/2018. 


 
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Código do texto: 63f4f81f416e1f6128d0aa007bb2f9fb                  Enviado por: Lúcio Reis em 19/01/2018

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