Em seu nome há o bem
E um L de lembrança
De especial Criança
Cujo Berço foi Belém

Aqui é nosso lar de bem estar
Onde sentimo-nos bem em ficar
Ter nossa casa e teto à morar
Com chuva, calor é o açaí a degustar

Falamos nosso diferente linguajar
Com sotaque a nos identificar
Acho consequência da brisa guajarina
A tornar nossa gente feliz dançarina

O ritmo do carimbó leva o povo à dançar
Desde o pirralho e até o mais idoso
Alegres, de bem com a vida a bailar
Sob o som do tambor ritmado e gostoso

A Cidade Morena completou 402 primaveras
Égua! Toda molhada Moleca serelepe no carnaval
A banhar-se na chuva vesperal
Que lava, refresca e não faz mal

Falar da mulher belemense
É dizer do ser interessante e elegante
Mixto na beleza e portanto, intrigante
Na tez da pele, olhar rasgado atraente

Parabéns minha casa minha sombra
Que o Senhor e a Virgem de Nazaré
Não nos deixe faltar a fé
De te ver feliz e sempre prosperar
Lúcio Reis.

Em 12/01/2017.


 
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Código do texto: b5c2ae939950336674483f8f0ae1d4a2                  Enviado por: Lúcio Reis em 14/01/2018

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Sobre o autor
Lúcio Reis
Belém, PA, Brasil


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