Ócio

Manoel Virgílio


Não quero viver uma vida de ócio,

não quero a indolência como sócia.

Jamais quero viver sem fazer nada,

pois a ociosidade não me agrada.


Agora que é maior a minha idade,

preciso me ocupar, sempre, em verdade.

Dedico-me a escrever os meus sonetos

e. assim, a um bom trabalho me submeto.


Preciso e necessário é que a razão

esteja sempre em lida inteligente

e esteja ocupada a minha mente.


Não quero dar u’a chance ao “alemão”,

do “alzheimer” vou fugindo e, com certeza,

se tenho um bom final, será beleza!


 
Manoel Virgílio Views: 42

Código do texto: 53dc95f92a7fa5e45fd4577210869c21                  Enviado por: Manoel Virgílio em 18/10/2017

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Sobre o autor
Manoel Virgílio
Rio de Janeiro, RJ, Brasil


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