Ao longo desses mais de 13 anos, a Nação Brasileira foi pratica e basciamente dividida em duas correntes ou opções politica partidária, os que são petistas e os que não são e assim, quem não está com os vermelhos é inimigo deles e não, naturalmente adversários.

Mas essa divisão só ocorre no seio da sociedade – entre brasileiros -, pois entre os políticos os seus elos de ligação e companheirismo são os milhões do erário e das empreiteiras.

Em meus posicionamentos sempre e reiteradas vezes estive do lado e dos interesses do Brasil e, cheguei mesmo a registrar que o meu partido é o Brasil.

Hoje, sábado dia 17/06/2017 a revista EPOCA encarta em sua edição extensa entrevista com um dos donos da JBS, o empresário Joesley Batista, que até o último pleito ocorrido no Brasil, era o queridinho, amiguinho e tábua de salvação – financeiro – de maioria dos partidos políticos brasileiros, independente da pregada ideologia, cuja cor defendida e filosofia seguida é a da cor do dinheiro e do pacote de cédulas respectivamente, o que havia e há em grande estoque no grupo empresarial. E o País? O Brasil é e foi mero detalhe para eles.

Com a publicação em questão, e com tudo o que ela encerra, sugiro que todos os brasileiros que criaram rusgas em suas relações de amizades, busquem a compreensão e o entendimento definitivo de que os brasileiros e principalmente os eleitores, encontrem a harmonia fraterna e tenhamos a concreta e inarredável conclusão que o inimigo em comum a todos são os atuais políticos e seus partidos que se fazem representar nos parlamentos, desde o municipal até o federal  e que, eles jamais visaram o bem estar geral e social mas sim, os seus bem estar.

Ante tudo o que esta mostrado, que saibamos iniciar pacificamente, sem traumas portanto, a lavagem geral, a limpeza completa e total assepsia da politica brasileira e para tal, podemos usar duas alternativas ou detergentes, com absoluta paz: 1) abstenção, ninguem comparece as urnas para votar e depois paga a multa o que, fica muito mais económico para todos e 2) comparece para votar, tecla zero, zero, zero e confirma. Ou seja anulou o voto.

Não haverá eleito? Haverá sim! Pois pelo menos o candidato votará nele mesmo. No entanto, não terá legitimidade nenhuma. E o alerta lhes soará, pois nem mesmo o mensalão, a Lava Jato disparou o alarme.

Ou seja, não renovemos mandatos e nem mantenhamos nos poderes, brasileiros que vão para lá apenas visando seus interesses pessoais,como está demonstrado na presente reportagem – eles pedem até para que suas contas, as mais corriqueiras sejam pagas pela corrupção – e também em tantas outras matérias jornalísticas.

Não discutamos mais, uns com os outros, nem geremos inimizades, pois nossos inimigos comuns tem em mãos um mandato eletivo e independem dos partidos que os abrigam. Eles estão unidos para serem nossos carrascos.

Ou seja, a politica brasileira esta falida, podre e totalmente com fraturas expostas, pois quando o cidadão diz publicamente que o Presidente da República é o chefe da quadrilha- por certo tem argumentos para tal -, há que se convir que a podridão é enorme e aí, há que se compreender quando o Chefe de Estado declarou que não exoneraria ministro que ainda não fora denunciado judicialmente por crimes cometidos, pois, por essa regra, é plausível concluir que o primeiro a ser auto convidado a sair será o próprio Chefe de Governo, quando o Rodrigo Janot o denunciar.  

Lúcio Reis

Belém do Pará em 17/06/2017


 
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Código do texto: db85ddbe91bc075d505d60f27bbe54f3                  Enviado por: Lúcio Reis em 17/06/2017

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Lúcio Reis
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