A sociedade nacional há várias décadas vem sendo vítima de serÍssimos abalos morais perpetrados por agentes públicos e, principalmente por aqueles a quem foram outorgados via urnas eleitorais com a representação do cidadão e, para em nome deste atuar em prol da coletividade e individualmente também.

No entanto, desde o mensalão – AP470 - o que absurdamente vem sendo mostrado ao mundo é que, nosso País é um celeiro de delinquentes e que se mostram à sociedade mesmo antes de completarem a maioridade penal e, como menores infratores superlotam casas de passagem as quais, infelizmente, praticamente na recuperam ninguem. 
Porém, a crença na impunidade é um real incentivo ao cometimento de mais crimes e estes ganham contornos tão absurdos que se chega a duvidar de ser uma realidade, como foi o fato de crimes de corrupção em reiterações mesmo a despeito de que a operação Lava Jato já estava em pleno desenrolar e bnaidos apanhados pela ação prosseguiram a delinquir.
Esse absurdo e sujo painel social, faz-nos observar que o crime cometido paralelamente ao e em pleno funcionamento da Lava Jato, comparativamente com o que se tem notícia, é igual, e não semelhante, ao que mostra a realidade quando os chefes do tráfico, mesmo a despeito de serem prisioneiros em presídios de segurança máxima, de dentro do xadrez continuam a comandar as ações criminosas que se desenvolvem aqui fora.
A realidade da delinquência alcançou um patamar tão alto e absurda concretização que subiu ao terceiro andar do Palácio Presidencial da República, fato que se constatou quando vimos assessor de confiança do Presidente Michel Temer,  o Sr Rodrigo Loures correndo em via pública com uma mala contendo 500 mil reais e assim, atingindo todo cidadão brasileiro. E não é demais lembrar que o Bessias foi estafeta da Presidente Dilma com o termo de posse para o ex Presidente Lula.
Esse crime é muito pior, condenável e serissimo pois tem amplissima abrangência e, no termo comparativo, o delinquente que assalta, rouba ou furta um celular de alguém é menos sério que aquele, pois a rigor ofende uma vítima. 
A conclusão, depois de tudo que até aqui temos testemunhado, espera-se, é que o eleitor brasileiro já tenha absorvido e aprendido a lição de que em outubro de 2018, não reelejamos nenhum político, tanto a nível federal quanto estadual, principalmente se vierem com lista de anjos puros, posto que, como já exaustivamente mostrado não há mais ou menos corrupto e sim, todos são farinha do mesmo saco.
Lúcio Reis
Em 03/06/17
Belém -PA

 

  


 
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