Poeta indianista que deu um tom nacional à nossa literatura.

Sua história, da infância a vida adulta, foi difícil e dura.

 

Seu pai era de origem portuguesa; sua mãe, mestiça.

Quando garoto, estudou francês, língua, para ele, postiça.

Tinha, no aprendizado da Filosofia, uma verdadeira premissa.

Latim, para alguns, caminhos obscuros; para ele, doce aventura.

Fixado em Coimbra, produziu poesia nacionalista pura.

 

É considerado um dos nomes mais expressivo da lírica brasileira.

Em Portugal, poemas escreveu ao observar uma jovem fagueira,

que trazia no rosto um intenso brilho e sempre estava faceira.

Mestiço, foi impedido de desposar Ana Amélia; triste desventura.

Anos depois, casou-se com Olímpia, jovem graciosa e segura.

 

Seu nome, sua voz — ouvia-os

Sempre no gemer da parda rola,
No trepido correr da veia argêntea...
Que da noite o silêncio realçavam,
Os ares e a amplidão divinizando...”*

 

Nota: *Citação de Gonçalves Dias, poeta maranhense romântico.



 


 
Ilda Maria Costa Brasil Views: 1897

Código do texto: b3137e92e3987019eba15c4f3ee9fe8e                  Enviado por: Ilda Maria Costa Brasil em 23/10/2012

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Sobre a autora
Ilda Maria Costa Brasil
Porto Alegre, RS, Brasil


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