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DO POSCÊNIO AO PROSCÊNIO

Ary Franco (O Poeta Descalço)

 

         Passamos boa parte de nossas vidas, da infância à puberdade, procurando aprender aquilo que os mais experientes nos ensinam, seguindo exemplos daqueles que nos cercam, sonhando sonhos a serem alcançados, tentados a valorizarmos mais o ter do que o ser... A esse preâmbulo existencial  chamamos sucintamente de berço, mas na verdade é o poscênio onde é forjado nosso caráter, donde saímos para enfrentar as imprevisíveis vicissitudes da vida que nos esperam lá fora. Uns se maquiam aparentando ser o que não são; outros suficientemente alicerçados para enfrentar eventuais agruras e percalços que surjam em seu caminho, imbuídos e fortalecidos pelo que de bom assimilaram.

         Uma vez preparados ou não, atuaremos no proscênio diante de uma plateia que nos ovacionará ou apupará, dependendo do agrado ou desagrado que causarmos com nosso desempenho, até que as cortinas se fechem definitivamente após o último ato.

         No que me concerne, nossa vida é passada num palco sob as luzes da ribalta que poderão iluminar uma peça teatral entre a Tragédia e a Comédia, dependendo exclusivamente daquilo que aprendemos a

SER!!!



 
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Código do texto: 26ccebefa807539f03a6d897ceeb2a32                  Enviado por: Ary Franco (O Poeta Descalço) em 09/10/2016

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Sobre o autor
Ary Franco (O Poeta Descalço)
Miguel Pereira, RJ, Brasil


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