A firma ficou sem teu bálsamo e a matéria sem o teu antídoto, nunca mais sentirei teu perfume inebriante. Quando você chegou não pude notar o brilho cintilante projetado por sua luz interior. Mas com o tempo ela dissipara  as nuvens tétricas da casa. Entretanto quem precisava conceber tal mudança permanecera na insensatez, mas não deveria, pois suas qualidades mereciam ser exploradas e aplicadas com sabedoria. Você me orientou a seguir por horizontes divergentes com a intenção de ver minha estrela brilhar. E nesses meses de incansável labuta sempre ouvira de ti uma palavra confortante, que discursavas consecutivamente orientada pela linguagem auspiciosa do seu livro sagrado. Com requinte minucioso de nunca influir um único sermão.  Sua qualidade subjetiva delimitou sua estadia aqui, pois sem nenhum receio você confrontou a personalidade aristocrática da casa. E com um sorriso enigmático nos lábios você partiu.  Assisti o desvanecer da silhueta sublime que encantava os meus dias. Você deixou saudades e um grande exemplo a seguir de comoção e amizade. Tenho certeza que por onde você passar sempre conquistará grandes amigos. Tornei-me uma  “sanguessuga” de sua infinita benevolência. Para mim você sempre será uma rosa salutar, e lamento muito que pessoas insensíveis  a veja como uma... (Rosa deletéria).

 

De João para Rose Amaro.



 
João Nisvon Views: 2075

Código do texto: 809512325f33716274cb66eeb95cbe02                  Enviado por: João Nisvon em 21/02/2013

Compartilhe este texto com seus amigos   
 
  
  

Copyright © 2018 Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

 
Ler Comentários [0]


 Escrever comentário

 
Sobre o autor
João Nisvon
Itaboraí, RJ, Brasil


 Ver mais textos deste autor