TROVAS NOVAS 113

 

De pedacinhos do luar,

De densidade desmedida,

Deus formou o teu olhar,

Que ilumina minha vida!

 

Festa de Todos os Santos,

Lembramos os nossos também,

Tristezas por todos cantos,

Onde está minha santa mãe!

 

Mulata, consomes liamba,

Saracoteias esse quadril,

A morena quando samba,

Faz sambar todo Brasil!

 

Poupa e guarda tua vida,

Enquanto és novo e robusto,

Pode fazer tudo em corrida,

Mais tarde verás o seu custo!

 

A vida em tudo nos dá escolhos,

Pior, quando o amor aparece,

Que os problemas aos nossos olhos,

Têm um título: tudo acontece!

 

Ai de mim! Que te quero tanto;

Ai de mim, que me atrofias;

Ai de mim, tu és o meu quebranto;

Ai de mim, só vejo fantasias!

 

Nunca invejes a riqueza,

Ou a ventura de alguém,

Feliz d’aquele com nobreza

Contenta-se co’o que te


 
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Código do texto: cfbede6dc27e0eea0213c4289913d8e8                  Enviado por: Nelfoncar em 29/06/2016

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amora Portugal, EX, Portugual


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